Caso - Quinta da Regaleira
Quinta da Regaleira: marcar no telemóvel, a matrícula abre a passagem.
A Quinta da Regaleira é um dos monumentos mais visitados de Sintra — e o acesso de carro era um problema de filas. Construímos um sistema que deixa os veículos aprovados marcar a visita no telemóvel e passar por uma via dedicada, reconhecidos pela matrícula: a câmara lê a chapa e o semáforo abre. Software ligado ao portão real.

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A ideia
A Quinta da Regaleira é um dos monumentos mais visitados de Sintra — e o acesso de carro é um problema: estradas estreitas, filas longas, sobretudo para quem só precisa de passar, como residentes e hóspedes dos hotéis parceiros.
A ideia: em vez de todos esperarem na fila, os veículos aprovados marcam a visita no telemóvel e passam por uma via dedicada, reconhecidos automaticamente pela matrícula.
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O bloqueio
Gerir tráfego físico não é um problema só de software. Não basta uma app com marcações — o sistema tem de agir no mundo real: reconhecer o carro certo à entrada e deixá-lo passar no momento certo. Uma marcação na nuvem não vale nada se não se transformar num semáforo verde na estrada. Fechar esse ciclo, entre o ecrã e o portão, era o difícil.
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O caminho
Construímos tudo — as apps, o backend e a ponte para o hardware.
Uma app (React Native) onde residentes e hóspedes registam o veículo e marcam a visita; um backoffice (React) onde a equipa do monumento gere marcações, veículos e passagens, com vista de agenda.
Um backend (NestJS, GraphQL) guarda veículos, marcações, passagens e matrículas de uso único, e avisa as pessoas por notificação push.
Na entrada, câmaras leem as matrículas com visão computacional — deteção e OCR. Quando chega uma matrícula reconhecida e marcada, o sistema fala diretamente com os semáforos através do controlador industrial (PLC) e abre a via dedicada. A marcação na app vira luz verde na estrada.
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Hoje
Hoje os veículos aprovados saltam a fila: marcam na app, chegam ao portão, a câmara lê a matrícula, o semáforo abre. O monumento gere o seu fluxo em vez de o sofrer.
Se o teu problema vive em parte no mundo físico — um portão, um sensor, uma máquina — o software sozinho não chega. O valor está em fechar o ciclo entre o ecrã e a realidade. Foi isso que fizemos.
