Caso - PIBRA — Grupo Pinto Brasil
Pazzi: dos robôs que fazem pizza ao produto pronto a escalar.
A PIBRA (Grupo Pinto Brasil) tinha o mais difícil resolvido: robôs que fazem pizza fresca em minutos, 24 horas por dia. Faltava o software que liga as máquinas, o negócio e a manutenção — e que deixa disponibilizar o Pazzi sem stress. Entrámos como parceiro tecnológico para o construir.

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A ideia
A PIBRA, do Grupo Pinto Brasil, tinha entre mãos uma proeza de engenharia: o Pazzi, uma máquina que faz pizza fresca por robôs, em poucos minutos, a qualquer hora do dia. A receita, assinada por um campeão do mundo de pizza, e o hardware estavam resolvidos.
O objetivo, porém, era maior do que uma máquina. Era disponibilizar o Pazzi como produto — replicável de local para local, a funcionar sozinho, sem depender de alguém a vigiar cada máquina.
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O bloqueio
Entre o hardware e um produto que se vende todos os dias falta quase sempre a mesma coisa: o software que liga as camadas. Saber, a qualquer momento, se uma máquina está operacional, com stock e limpa. Garantir que a encomenda chega à máquina certa. Coordenar a manutenção antes de o cliente dar pela falha. Nada disto se faz à mão quando o objetivo é crescer. As peças existiam — máquinas, operação, manutenção — mas não falavam entre si.
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O caminho
Entrámos como parceiro tecnológico de confiança: não para reinventar a máquina, mas para construir tudo o que a rodeia. Começámos por mapear como as camadas tinham de comunicar e provámos o fluxo crítico antes de alargar ao resto.
No centro pusemos um middleware (NestJS e PostgreSQL) que fala diretamente com as máquinas. Verifica a saúde de cada uma de dez em dez minutos, ativa e desativa pizzas em horário, processa encomendas e reage em tempo real aos eventos que as máquinas enviam — encomenda, stock, estado — guardando o registo de tudo o que acontece.
Ao lado, um servidor de negócio em Strapi é a fonte de verdade administrativa: configuração, clientes, utilizadores, empresas de manutenção e tickets.
Por cima, quatro ferramentas, uma por perfil, para cada pessoa ver apenas o que lhe interessa: administração, cliente operador, manutenção — que monitoriza as máquinas, envia comandos e gere tickets — e a operação no terreno da linha Pazzo, com menu, encomendas, stock, registos de temperatura e limpeza, a atualizar-se ao segundo.
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Hoje
Hoje a PIBRA disponibiliza o Pazzi como produto, não como protótipo. As máquinas reportam-se sozinhas, a operação é coordenada por perfil em vez de por telefonemas, e a manutenção age por prioridade, antes da falha. O parceiro tecnológico somos nós; o stress de operar a tecnologia deixou de ser deles.
Se tens um produto que é uma proeza de engenharia mas que ainda depende de alguém a ligar as pontas à mão, muitas vezes o que falta não é o produto — é a camada de software invisível que o torna operável e replicável. Foi exatamente essa camada que construímos.
